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Texto 1: Nossa proposta

Aprendendo Budismo: Quais são as vantagens?

Os estudantes do budismo geralmente defendem que suas práticas geram benefícios. Mas abrir um curso budista ou apenas se identificar como aluno não muda magicamente o mundo ao nosso redor. Então o que muda? Nossa própria atitude mental muda para melhor.

Para ser um estudante do budismo, não precisamos usar nenhuma roupa especial, nem mudar nossos hábitos alimentares, nem abrir mão de bens materiais ou de vida social. É tão simples quanto mudar nossa percepção – não nos prendermos fixamente nos obstáculos que surgem na vida e vermos as coisas ao nosso redor como cheias de potencial positivo. Simples de dizer, mas nem sempre fácil de fazer.

Os ensinamentos do Buda são um grande tesouro de conselhos úteis e, ao compreender esses ensinamentos, refletir sobre eles e usar ferramentas como a meditação e como pequenas práticas mentais, nós, estudantes budistas, gradualmente alteramos nossa visão sobre o que está acontecendo conosco. Não se trata de colocar óculos cor-de-rosa, mas de tirar os véus mentais que nos impedem de ver como as coisas realmente são.

Nossas reflexões e práticas sugeridas são como um “laboratório”; trabalhamos em nós mesmos com as leituras , reflexões e práticas de concentração que fazemos. Em seguida, verificamos nossa visão e nossas reações na vida cotidiana – talvez mesmo enquanto estamos presos no trânsito, trabalhando, ou lidando com nossos cônjuges ou filhos.

A prova do desenvolvimento espiritual Budista é ser mais capaz de lidar com as situações da vida real com graça, habilidade e humor.

 

 

Nossos objetivos e métodos

 

O objetivo final da jornada budista é conduzir o praticante a uma felicidade mais duradoura e incondicional e depois à iluminação completa – um estado de consciência mais estável, centrado, e agradável.

Para nos levar a esse estado, o Budismo nos aponta valores importantes neste mundo impermanente e nos dá informações valiosas sobre como as coisas sutilmente afetam sua mente. Através da compreensão da lei de causa e efeito, e usando ferramentas práticas como a meditação, nós – todos nós – podemos obter compreensão e sabedoria e cada vez mais explorar nosso potencial interno.

Seguindo os passos apresentados nos aproximamos do objetivo final dos Ensinamentos: a iluminação completa.

O Buda, também conhecido como Gautama em sua juventude, não era um deus e a filosofia do budismo não implica uma visão teísta. Os ensinamentos do Buda visam exclusivamente a libertação dos seres de todas as possíveis insatisfações e sofrimentos que possam ter na existência.

O Buda (ou, traduzindo o título para o português: O Aclarado) compreendeu que as grandes “sedes” mentais humanas, o apego, e a raiva causavam imenso sofrimento, e que em última instância os seres humanos vivem em insatisfações porque ignoram a verdadeira natureza da existência.

As pessoas em geral, sem perceber, ficam mentalmente fixadas em objetos impermanentes, resistem a mudanças necessárias, criam uma imensa dependência de ter o que gostam e lamentam o que perdem. Estando presos contra nossa vontade nesses ciclos mentais de esperanças e medos, nossa mente tende a permanecer limitada e não desenvolver as qualidades magníficas que poderiam beneficiar a nós mesmos e aos outros seres.

Em sua busca de muitos anos em reconhecer o que seria uma existência sem insatisfações, o Buda viu que a vida é uma mudança constante, nada é permanente, e pode-se encontrar paz interior por meio de uma disciplina espiritual que reconheça a beleza na transitoriedade da vida, ao mesmo tempo em que evitamos apego e raiva à pessoas e a situações.

Em resumo, ele viu que há necessidades psicológicas negativas no ser humano – que em geral mancham nosso intelecto ou nosso coração – e que esses obscurecimentos podem ser transformados em clareza e visão profunda.

 

 

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